5 atitudes preconceituosas no dia a dia (mas nem sempre as pessoas reparam)

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O preconceito pode aparecer por diversos “motivos”: cor da pele, orientação sexual, gênero, peso, aparência… Muitas vezes repetimos atitudes preconceituosas que magoam e ofendem, mas não percebemos. Que tal avaliar algumas situações em que é possível melhorar? Confira a nossas dicas.

1) Tocar no cabelo

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Quando o cabelo é liso as pessoas não costumam ter curiosidade ou pedir para tocar. Mas para quem tem cabelos crespos existe uma “curiosidade” sobre a textura, se a pessoa lava todos os dias, como penteia. Se você não tem essa interesse em outros tipos de cabelo, porque ficar tocando quando a pessoa é negra ou tem o cabelo afro/cacheado?

2) Querer comparar o que vive

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Se você é branco, homem, heterossexual, magro ou tem uma situação financeira estável, você é sim privilegiado. Se alguém perto de você fala que sofre preconceito por ser negro, mulher, pobre… Não fique falando que também sofre preconceito, racismo reverso ou que a sua vida também é difícil. Esse é o tipo de coisa que não se mede. Se a pessoa que vive o preconceito está falando como se sente, escute, apoie e não fique tentando se colocar também como vítima.

3) Tenho até amigos negros/gays/pobres/com deficiência

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Um dos argumentos usados por muitas pessoas para dizer que não são preconceituosas é afirmar que têm amigos negros, homossexuais, mulheres, de baixa renda, com alguma deficiência etc. Ter amigos com condição diferente não faz com que você não seja preconceituoso, até porque se você não for, você terá amigos, sem precisar classificá-los em categorias.

4) Tentar justificar uma agressão

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Se você tenta justificar uma agressão (a não ser que ela tenha ocorrido em autodefesa), é bom avaliar os seus conceitos. Não é porque a pessoa anda com certa roupa ou tem algum tipo de comportamento que ela “está pedindo” para ser agredida, estuprada, roubada, xingada. Não tente justificar pelas roupas, pelo lugar ou algum tipo de característica como o que provocou a agressão.

5) Usar termos pejorativos/preconceituosos

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Muitas vezes usamos termos em nosso vocabulário que são preconceituosos e nem percebemos. “Coisa de mulherzinha”, “trabalho de preto”, “dia de branco” e até xingar juiz de futebol de “veado”, são termos que carregam preconceito e que não precisam fazer parte do nosso cotidiano. Por exemplo, se você fala que algo “é de mulherzinha” está dizendo que algo é pior por ser comum entre mulheres (e nem sempre é, como chorar), se “trabalho de preto” é trabalho mal feito, quer dizer que só brancos fazem trabalhos bem feitos e por aí vai. Tudo bem errar, mas prestar atenção ajuda a não repetir o erro.

6) Achar normal que duas pessoas no mesmo cargo ganhem salários diferentes

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Duas pessoas que tenham quase o mesmo tempo de trabalho e o mesmo cargo não podem ganhar diferente. O salário pode mudar a partir de formação e tempo de empresa, mas não se o funcionário é homem, mulher, negro, etc. Achar esse tipo de tratamento normal faz com se normalize que as mulheres ganhem 30% menos que os homens, por exemplo, mesmo que ocupem cargos de chefia.

Preconceito se aprende, ninguém nasce preconceituoso. E se é possível aprender, é possível mudar. Errar acontece, mas persistir no erro é uma escolha..

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