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Bai Hu: escola cuiabana de Kung Fu leva atletas para participar de imersão na China

Atletas Baihu na China

Por Thalyta Amaral

Já imaginou a possibilidade de ir à China para aprender Kung Fu direto com os tradicionais mestres chineses? Foi o que fizeram a professora de artes marciais da Escola Baihu Kung Fu e Tai Chi, Giovanna Lopes, e os instrutores Jardel Arruda e Guilherme Lopes. A ideia da viagem foi aperfeiçoar as técnicas já utilizadas no dia a dia da escola, que fica no Goibeiras Shopping, em Cuiabá,  e ainda participar de treinos diários em um centro especializado na cidade de Taishan, no Sul da China.

Atletas do Baihu na China
Jardel, Giovanna e Guilherme (Da esquerda para a direita)

Segundo Giovanna,  o país foi escolhido porque é onde vive um dos maiores mestres da linhagem de Kung Fu , o sifu Frank Yee. Na passagem pela China, eles participaram de um encontro com atletas de 26 países, onde conseguiram ótimos resultados. ” O Kung Fu é uma arte que é ensinada da mesma forma há mais de 5 mil anos. E ter esse contato com o berço do Kung Fu é uma forma de manter a arte marcial tradicional e com o mesmo nível de qualidade ao que é ensinado em outros países”, garante a professora.

Giovanna durante competição na China
Giovanna durante competição na China

“Foi um período de treinos bem intensos. Vale muito por essa troca de experiências e contato direto com o meu sifu (Pai mestre em cantônes). Pudemos ver no que estamos indo bem e no que ainda precisamos ser aperfeiçoados. O Kung Fu é uma arte que exige constante aperfeiçoamento, e percebemos que estamos no caminho certo”, afirma Giovanna.

Delegação cuiabana
Delegação cuiabana

Uma das provas do alto nível do Kung Fu que é ensinado por aqui foram os bons resultados no The Third Hung Kuen Competition, em Xiqiao Montain, Foshan, competição com 300 atletas de 26 países, em que Giovanna levou o bronze na categoria Armas Gerais Feminino.

“Foi uma confirmação de que a forma que estamos passando o Kung Fu para os nossos alunos está correta. E também foi uma oportunidade de conhecer mais da cultura chinesa”, avalia a professora de artes marciais.